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REDUÇÃO NA TORÇÃO PARA OS PILARES

De forma análoga à redução na torção para as vigas, segundo o item 17.5.1.2 da NBR 6118:2014 "Quando a torção não for necessária ao equilíbrio, caso da torção de compatibilidade, é possível desprezá-la, desde que o elemento estrutural tenha a adequada capacidade de adaptação plástica e que todos os outros esforços sejam calculados sem considerar os efeitos por ela provocados." Baseado nesta colocação e em diversas recomendações bibliográficas, permite-se reduzir o valor de rigidez à torção a ser utilizado no cálculo do pórtico. Isto é altamente recomendável, visto que a seção de concreto armado, uma vez fissurada, perde a maior parte de sua rigidez à torção.

O mesmo item da NBR 6118:2014, ou seja, 17.5.1.2, também afirma que se a torção for necessária ao equilíbrio do elemento estrutural, deve existir armadura destinada a resistir aos esforços de tração oriundos da torção. Na situação ilustrada abaixo, por exemplo, torna-se indispensável a consideração da torção no pilar, denominada torção de equilíbrio.

 

Pilar solicitado ao esforço de torção

 

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